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Os Herodes de hoje e o “Natal sem Cristo”

Para resgatar a beleza do Natal, não bastam os presépios. É preciso que o menino Jesus encontre abrigo em nossas almas.

Quando os magos vindos do Oriente chegaram a Jerusalém perguntando por um tal “rei dos judeus”, Herodes ficou alarmado (cf. Mt 2, 3). O nascimento de um outro rei era um claro sinal de ameaça à sua soberania. Ele, porém, não se limitando a preocupar-se, queria saber onde estava o menino que acabara de nascer (cf. Mt 2, 8): não porque quisesse adorá-lo, como queriam os magos, mas por desejo de matá-lo. (O cruel martírio dos Santos Inocentes que o diga.)

Ainda hoje, diante de Cristo que Se apresenta como Rei do Universo, os poderes deste mundo esboçam a mesma reação. Primeiro, sentem-se ameaçados: diante de uma autoridade que os sobrepuja, eles se incomodam, pois sabem que isso significa um limite ao seu poder. Se Deus existe, nem tudo é permitido. Depois, passado o primeiro choque, eles precisam tomar uma decisão: ou procuram a estrela de Belém para prostrar-se diante do menino Jesus, ou saem à caça de Deus para (tentar) usurpar o Seu trono. No fundo, o que lhes ressoa aos ouvidos é a velha tentação que seduziu os nossos primeiros pais: “Sereis como deuses” (Gn 3, 5).

A verdadeira história do Papai Noel

Conheça a verdadeira biografia de Nicolau de Mira, o santo católico que deu origem à figura lendária do “Papai Noel”.

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Nossa Senhora Aparecida: Histórico

Em síntese: Em 1717 três pescadores, após frustrada tentativa de apanhar peixes no rio Paraíba do Sul perto de Guaratinguetá (SP), colheram em suas redes o corpo de uma estátua de Maria SS. e, depois, a cabeça da mesma. A este fato se seguiu farta pescaria, que surpreendeu os três homens. Tendo limpado e recomposto a imagem, expuseram-na à veneração dos fiéis em casas de família. Verificaram-se, porém, alguns portentos, que chamaram a atenção do Pe. José Alves Vilela, pároco de Guaratinguetá. Este então decidiu construir para a Santa Mãe uma capela capaz de satisfazer ao crescente número de devotos da Virgem. Tal capela foi substituída por outra maior no morro dos Coqueiros em 1745, morro que tomou o nome de “Aparecida” (hoje cidade de Aparecida do Norte). Em 1846 foi iniciada a construção de templo mais vasto, que ainda hoje subsiste. No ano de 1980 foi concluída monumental basílica, alvo de peregrinações numerosas durante o ano inteiro. Em 1930 o Brasil foi solenemente consagrado a Nossa Senhora Aparecida pelo Cardeal D. Sebastião Leme na presença do Sr. Presidente da República e de numerosas autoridades religiosas, civis e militares.

Os acontecimentos de fins de 1995 chamaram a atenção para Maria Santíssima tal como é venerada em Aparecida do Norte (SP) e no Brasil inteiro na qualidade de Padroeira do nosso país. Sabe-se que tal devoção se deve a uma pesca surpreendente cercada de fatos extraordinárias, que suscitaram a piedade dos fiéis da região de Guaratinguetá e, posteriormente, a da população de todo o Brasil. Em 1930 a Virgem Santíssima foi proclamada Padroeira do Brasil sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (ou Nossa Senhora Imaculada em sua Conceição e Aparecida nas águas do rio Paraíba do Sul).¹

Cardeal Amato propõe que os cristãos afastados “tomem a mão” de Maria para chegar a Jesus

Na abertura do 18º Simpósio Internacional Marianológico que se celebra em Roma, o Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, Cardeal Angelo Amato, animou aqueles que se perderam pelo caminho da vida a tomar a mão de María para alcançar novamente a Jesus Cristo.

Na Pontifícia Faculdade Teológica “Marianum” de Roma, e diante de centenas de participantes vindos de todas as partes do mundo, o Cardeal Amato explicou, que “para a reconversão a Cristo é necessário dirigir-se à Virgem Maria para que assim ela reconduza a Ele”.

A presença de Maria na origem da Igreja

1. Depois de me ter detido nas catequeses precedentes e aprofundar a identidade e a missão da Igreja, sinto agora a necessidade de dirigir o olhar para a Bem-aventurada Virgem, Aquela que realizou perfeitamente a sua santidade e constitui-lhe o modelo.
É quanto fizeram os próprios Padres do Concílio Vaticano II: depois de terem exposto a doutrina sobre a realidade histórico salvífica do Povo de Deus, quiseram completá-la com a ilustração do papel de Maria na obra da salvação. O capitulo VIII da Constituição conciliar Lumen Gentium com efeito, tem o objetivo não só de ressaltar a validade eclesiológica da doutrina mariana, mas de pôr em evidência também o contributo que a figura da Bem-aventurada Virgem oferece à compreensão do mistério da Igreja.

2. Antes de expor o itinerário mariano, do Concílio, desejo dirigir um olhar contemplativo a Maria, tal como, na origem da Igreja, é descrita nos Atos dos Apóstolos. Lucas, no início deste escrito neo-testamentário, que apresenta a vida da primeira comunidade cristã, depois de ter recordado singularmente os nomes dos Apóstolos (1,13) afirma: “Todos unidos pelo mesmo sentimento, entregavam-se assiduamente à oração, em companhia de algumas mulheres, entre as quais Maria, a Mãe de Jesus e de Seus irmãos”(1,14).
Neste quadro sobressai a pessoa de Maria, a única que é recordada com o próprio nome, além dos apóstolos, ela representa um rosto da Igreja diverso e complementar, em relação ao rosto ministerial ou hierárquico.

Ato de Consagração à Santíssima Virgem Maria

Segue o texto integral do Ato de Consagração a Santíssima Virgem Maria, lido pelo papa João Paulo II e por todos os 1500 bispos presentes ao final da missa na praça de São Pedro por ocasião do Jubileu dos Bispos.

1. ‘Mulher, eis aí o teu filho'(Jo 19,26). Enquanto nos aproximamos do final deste Ano Jubilar, em que tu, Mãe, nos ofereceu de novo a Jesus, o fruto bendito de teu puríssimo ventre, o Verbo feito carne, o Redentor do mundo, ressoa com especial doçura para nós esta palavra tua que nos conduz até a ti , ao se fazer Mãe nossa: ‘Mulher, eis aí o teu filho’ Ao encomendar-te ao apóstolo João, e com ele os filhos da Igreja, mas ainda a todos os homens, Cristo não atenuava, mas confirmava, seu papel exclusivo como Salvador do mundo. Tu eras esplendor que não faz sombras à luz de Cristo, porque vives Nele e para Ele. Tudo em ti é ‘fiat’. Tu és a Imaculada, és transparência e plenitude de graça. Aqui estamos, pois, teus filhos, reunidos em torno a ti às portas do novo milênio. Hoje a Igreja com a voz do Sucessor de Pedro, a que se unem tantos Pastores provenientes de todas as partes do mundo, busca amparo debaixo de tua materna proteção, e implora confiante tua intercessão diante dos desafios ocultos do futuro.

Maria Imaculada: mistério do amor de Deus pela humanidade

Padre Stefano Cecchin explica a virgindade de Maria

ROMA, quarta-feira, 30 de novembro de 2011(ZENIT.org) – Dia 8 de dezembro será celebrada, em todo o mundo Católico, a festa da Imaculada Conceição de Maria, mas quem era Maria? Por que os católicos a veneram tanto? Por que a sua virgindade é tão importante?

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Você sabe quais foram os primeiros milagres de Nossa Senhora Aparecida?

Em 1748, Padre Francisco da Silveira, que escreveu a crônica de uma Missão realizada em Aparecida, qualificou a imagem da Virgem como “famosa pelos muitos milagres realizados”, e acrescentava dizendo que numerosos eram os peregrinos que vinham de longas distancias para agradecer os favores recebidos.

Certamente, o primeiro milagre foi a pesca abundante que se seguiu após o encontro da imagem. A época não era favorável à pescaria, mas, depois de apanhada a imagem de Nossa Senhora da Conceição, os pescadores lançaram a rede novamente e pescaram peixes em tão grande quantidade que ficaram até receosos de um naufrágio.

Maria: Imune de toda mancha do pecado original

As palavras do Papa durante o Angelus pela Festa da Imaculada

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 8 de dezembro de 2011(ZENIT.org) – Às 12 de hoje, Solenidade da Imaculada Conceição da Beata Virgem Maria, o Santo Padre Bento XVI se aproximou da janela de seu escritório no Palácio Apostólico Vaticano para rezar o Angelus com os fiéis e peregrinos na Praça de São Pedro.

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